9 de janeiro de 2020

Teatro Turma do Dionísio: 34 Anos

O Grupo de Teatro A Turma do Dionísio deseja que a Arte e o Teatro possam estar presentes na vida das pessoas para sermos atores de um mundo melhor.
Em 2020, completamos 34 anos de trabalho, realizando mais de 2.450 apresentações para um público superior a 680 mil pessoas. Seguimos nossa trajetória, movidos pelos desafios dos palcos e as expectativas da plateia...
Agradecemos a todos que fazem parte da nossa história! O que nos faz existir e resistir é o seu apoio...
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31 de dezembro de 2017

Criação e Renovação em 2018!

O Grupo de Teatro A Turma do Dionísio deseja que a Arte e o Teatro possam estar presentes na vida de todas as pessoas, como uma possibilidade de renovação de nós mesmos e do mundo em que vivemos.
Em 31 anos de história da Turma do Dionísio, suas criações artísticas permitiram novas visões da vida e do mundo... Em breve, serão 32 anos! Seguimos adiante, enriquecendo nossa caminhada com a possibilidade de sermos nós mesmos e, ao mesmo tempo, sermos outro.
Agradecemos a todos que fazem parte da nossa história! O que nos faz existir e resistir é o seu apoio...
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15 de fevereiro de 2017

Festival de Teatro na França

Apresentação da peça Quem Faz Gemer a Terra ("Qui Fait Gémir la Terre?"), montagem do Grupo de Teatro A Turma do Dionísio, no Festival A Dos de Libellule, na cidade de Nanterre, França.
O espetáculo, baseado no livro do autor gaúcho Charles Kiefer, conta a história de vida de Mateus, um agricultor descendente de imigrantes alemães.
Após a apresentação, o Grupo participou de um debate com o público sobre o tema do espetáculo e o Brasil.
Nossos agradecimentos aos organizadores do Festival, aos técnicos do Teatro e aos amigos que divulgaram o nosso trabalho. Um abraço especial aos amigos no Brasil, que ficaram torcendo por nós...
Para ver outas imagens da apresentação e do debate, clique aqui.
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Mais informações: www.aturmadodionisio.blogspot.com.br

30 de dezembro de 2016

Um 2017 Com Mais Arte!

O Grupo de Teatro A Turma do Dionísio deseja que a Arte e o Teatro sejam, cada vez mais, presenças constantes e significativas em nossas vidas...
Em 30 anos de história, muitos desafios e conquistas nos acompanharam... Em breve, serão 31 anos! Agradecemos a todos que fazem parte da nossa história! O que nos faz existir e resistir é o seu apoio...

9 de março de 2016

A Estética de Kant II

Na “Crítica da Faculdade de Julgar”, de 1790, Kant define o juízo de gosto como um juízo estético e subjetivo, que diz respeito ao sentimento de prazer ou desprazer causado no sujeito pelo objeto. Diante do belo, o homem sente um prazer desinteressado. Entretanto, a complacência na beleza não é privada. O juízo de gosto reivindica uma universalidade. Ele possui um caráter universal peculiar, isto é, possui uma universalidade subjetiva, que diz respeito ao sentimento do sujeito. Justamente porque esta complacência é independente de qualquer interesse pode ser estendida a qualquer um.
O juízo de gosto é também um juízo necessário “exemplar”: é um juízo não deduzido de conceitos e que vale apenas de modo condicional. A necessidade no juízo de gosto pressupõe a existência de uma comunicabilidade universal do sentimento de prazer ou desprazer.
Para pensar: 
- Como podemos relacionar o ditado popular "gosto não se discute" e a ideia de universalidade para o Juízo de Gosto pretendida por Kant?
- Podemos estabelecer relações entre o julgamento sobre o belo com a cultura e a história? Quais?
- Como o autor caracteriza a universalidade do Juízo do Gosto?

Para ler:
FERRY, Luc. Homo Aestheticus. A invenção do Gosto na Era Democrática, Ensaio, São Paulo - SP, 1994.
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo, Forense Universitária, 2ª ed., Rio de Janeiro - RJ, 1995.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Convite à Estética, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro - RJ, 1999.

29 de dezembro de 2015

Feliz 2016!

O Grupo de Teatro A Turma do Dionísio deseja a todos um bom ANO NOVO! Em 29 anos de trabalho muitos foram os caminhos: teatro de atores, teatro de bonecos, teatro de sombras... e mais algumas invenções. Nessa trajetória, uma plateia diversificada: crianças, jovens, adultos, idosos... pessoas de grandes e pequenas cidades, comunidades do interior, aldeias indígenas... e outras mais... No Brasil ou em outro país, o que nos move é a cumplicidade com o público e o amor ao teatro.
Em janeiro, serão 30 anos de trabalho! Que bom que você faz parte da nossa história!

15 de junho de 2015

A Estética de Kant I

É com Emmanuel Kant que a estética consolida-se como uma modalidade autônoma da experiência humana. Na “Crítica da Faculdade de Julgar”, de 1790, Kant descreve os fundamentos do juízo de gosto, diferenciando-o das demais formas de juízo.
Algumas ideias do autor:
1. O JUÍZO DE GOSTO É UM JUÍZO ESTÉTICO
* O juízo estético não é lógico. A apreensão da beleza não se refere ao conhecimento do objeto, mas ao sentimento de prazer ou desprazer na percepção do objeto.
* O fundamento do juízo de gosto é subjetivo. A beleza não se encontra no objeto (aparência ou forma), mas no modo como o sujeito é afetado pela sensação (prazer ou desprazer). O belo se refere aos sentimentos do observador pelos objetos percebidos.
2. O JUÍZO ESTÉTICO é diferente do JUÍZO de conhecimento
* Um juízo de conhecimento refere-se ao conceito de um objeto
* Um juízo estético refere-se exclusivamente ao sujeito (ao sentimento suscitado nele)
* Os juízos de gosto não são demonstráveis como os juízos lógicos (autonomia da estética)
3. O SENTIMENTO DE BELEZA É DESINTERESSADO
* O INTERESSE implica sempre a existência do objeto; envolve o desejo acerca do objeto.
* O sentimento de Beleza é contemplação (não se importa com a existência da coisa).
A partir do quadro abaixo, podemos entender, de modo breve, as diferenciações que Kant faz entre o agradável, o bom e o belo:
Para pensar: 
- Como podemos compreender o juízo de gosto na obra de Kant?
- Como Kant estabelece as diferenças entre o juízo estético e o juízo do conhecimento?
- O que significa para o autor, considerar que o belo é aquilo que apraz de modo desinteressado? O julgamento desinteressado é possível?
- De acordo com o quadro acima, quais as principais diferenças entre o que o ser humano considera como agradável, bom e belo?

Para ler:
FERRY, Luc. Homo Aestheticus. A invenção do Gosto na Era Democrática, Ensaio, São Paulo - SP, 1994.
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo, Forense Universitária, 2ª ed., Rio de Janeiro - RJ, 1995.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Convite à Estética, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro - RJ, 1999.